Manejo biológico de fitonematoides através de bactérias benéficas

Para o agricultor ouvir a palavra nematoide, remete-lhe calafrios, insônia e certamente, prejuízo econômico. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Nematologia, o prejuízo causado por nematoides ao agronegócio brasileiro é de aproximadamente R$ 35 bilhões/ ano. Entretanto, somente cerca de 10% das espécies de nematoides têm potencial para causar danos às lavouras.

Para o agricultor ouvir a palavra nematoide, remete-lhe calafrios, insônia e certamente, prejuízo econômico. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Nematologia, o prejuízo causado por nematoides ao agronegócio brasileiro é de aproximadamente R$ 35 bilhões/ ano. Entretanto, somente cerca de 10% das espécies de nematoides têm potencial para causar danos às lavouras. Os outros 90% são importantes para a ciclagem de nutrientes e até mesmo promover o controle de doenças em plantas. Apesar de sua ação biocida, nematicidas químicos ainda são a principal maneira de controle de nematoides.


Uma alternativa ao uso de nematicida químico é a utilização massal de bactérias benéficas a plantas. Bacillus e Pseudomonas estão entre as rizobactérias mais utilizadas no controle de doenças de solo. Podem atuar de diversas maneiras no controle de fitonematoides, como: parasitismo, produção de antibióticos, toxinas e enzimas, interferência no processo de reconhecimento planta-hospedeiro, induzindo a resistência e/ou proporcionando o desenvolvimento saudável da planta. Tais bactérias benéficas a plantas são cultiváveis no meio Multibacter®, alcançando altas contagens em 24 a 48 h de multiplicação.

01/08/2019

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